Neste mês começa o ano de novo, e eu queria abraçar-te.
Mas tudo é inútil: eu e tu sabemos que é inútil que o ano comece.
Cecilia Meireles.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
"...Meu verso é sangue, volúpia ardente, trsiteza esparsa... remorso vão.
Dói-me nas veias.
Amargo e quente, cai gota a gota do coração.
E nestes versos de angústia rouca, assim dos lábios a vida corre, deixando um acre sabor na boca.
Eu faço versos como quem morre." Manuel Bandeira.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Eu não tinha esse rosto de hoje, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem lábio amargo, eu não tinha estas mãos, sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha esse coração, que nem mesmo se mostra.